Voltar para Assuntos Diversos  

locomoção, transportes, volitação, camara, cristalina, câmara, André, Luiz, Chico, Xavier

 

Trânsito entre as regiões

 

Câmara Cristalina

Estradas

Meios de locomoção

Meios de transporte -

Volitação

 

 

Nosso Lar

" - Em "Nosso Lar", grande parte dos companheiros poderia dispensar o aeróbus e transportar-se, à vontade, nas áreas de nosso domínio vibratório; mas, visto a maioria não ter adquirido essa faculdade, todos se abstêm de exercê-la em nossas vias públicas. Essa abstenção, todavia, não impede que utilizemos o processo longe da cidade, quando é preciso ganhar distância e tempo." ( Nosso Lar Cap.50 - FEB 1943)

 

Estradas

"... As regiões inferiores, entre "Nosso Lar" e os círculos da carne, são tão grandes que exigem uma estrada ampla e bem cuidada, requerendo também conservação, como as importantes rotas terrestres. Por lá, obstáculos físicos; por cá, obstáculos espirituais. As vias de comunicação normais destinam-se a intercâmbio indispensável. Os que se encontram nas tarefas de nossa rotina sagrada precisam livre trânsito e os que se dirigem da esfera superior à reencarnação devem seguir com a harmonia possível, sem contato direto com as expressões dos círculos mais baixos. A absorção de elementos inferiores determinaria sérios desequilíbrios no renascimento deles. Há que evitar semelhantes distúrbios. Nós, porém, seguimos numa expedição de aprendizado e experiência. Não devemos, por isso, preferir os caminhos mais fáceis." (Os Mensageiros Cap.14 - FEB 1944)

 

Meios de locomoção

"Pela expressão do bondoso instrutor, concluí que ele poderia voltar à colônia quando quisesse, que não encontraria obstáculos de qualquer ordem, em parte alguma, em razão do poder espiritual de que se achava revestido, mas fazia-se peregrino, como nós, por devotamento à missão de ensinar. Vicente e eu não dispúnhamos de expressão vibratória adequada aos grandes feitos. Éramos vulgares, quanto o era a maioria dos habitantes da nossa cidade espiritual. Possuíamos apenas alguns princípios de volitação; contudo, permanecíamos muito distantes do verdadeiro poder. Nunca vira, pois, a energia e a humildade em tão belo consórcio." (Os Mensageiros Cap.14 - FEB 1944)

" Ser-me-ia muito difícil descrever a pequena máquina, que mais se assemelhava a pequeno automóvel de asas, a deslocar-se impulsionado por fluidos elétricos acumulados." (Os Mensageiros Cap.33- FEB 1944)

" - Entramos na zona de influenciação direta da Crosta. Poderemos, doravante, praticar a volitação, utilizando nossos conhecimentos de transformação da força centrípeta." (Os Mensageiros Cap.33- FEB 1944)

 

Meios de transporte

" - Esperemos o aeróbus.

Mal me refazia da surpresa, quando surgiu grande carro, suspenso do solo a uma altura de cinco metros mais ou menos e repleto de passageiros. Ao descer até nós, à maneira de um elevador terrestre, examinei-o com atenção. Não era máquina conhecida na Terra. Constituída de material muito flexível, tinha enorme comprimento, parecendo ligada a fios invisíveis, em virtude do grande número de antenas na tolda. Mais tarde, confirmei minhas suposições, visitando as grandes oficinas do Serviço de Trânsito e Transporte." (Nosso Lar Cap.10 - FEB 1943)

" - Poderão utilizar meu carro, até à zona em que se torne possível. Fornecerei condutor adestrado e ganharão muito tempo com a medida.
Não podia caber em meu espanto. Embora conhecendo as operações dos Samaritanos em "Nosso Lar", que empregavam grandes veículos de tração animal, em trabalhos de salvamento nas regiões inferiores e considerando as dificuldades de vulto que defrontáramos na caminhada longa, rumo ao Posto de Socorro, não supunha possível semelhante condução naquele instituto de auxílio.
Soube, mais tarde, que os sistemas de transporte, nas zonas mais próximas da Crosta, são muito mais numerosos do que se poderia imaginar, em bases transcedentes do eletromagnetismo." (Os Mensageiros Cap.19 - FEB 1944)

"... acompanhei os donos da casa, verificando, com indizível surpresa, que tínhamos sob os olhos um belo carro tirado por dois soberbos cavalos brancos. Tratava-se de veículo confortável e interessante, quase idêntico aos velhos carros de serviço público, do tempo de Luís XV, que eu vira, mais de uma vez, em publicações antigas. Nele chegara pequena família da colônia próxima, que, pelas informações de Aniceto, demorava a três léguas do Posto, aproximadamente." (Os Mensageiros Cap.28 - FEB 1944)

" Ser-me-ia muito difícil descrever a pequena máquina, que mais se assemelhava a pequeno automóvel de asas, a deslocar-se impulsionado por fluidos elétricos acumulados." (Os Mensageiros Cap.33- FEB 1944)

 

" (...) Pela primeira vez, enxergaram nos céus máquinas voadoras que se dirigiam da cidade para o território sombrio, semelhantes a grandes borboletas silenciosas refletindo o sol que lhes punha à mostra as asas, como que estruturadas em pedaços de arco-íris.
Fantini desfechou para logo uma indagação, a que Cláudio respondeu, satisfeito:
- São aparelhos volantes, em que viajam comissões de trabalho, em tarefas de identificação e assistência. (...)
- E esses viajantes, através do ar, desencarnados como estão, acaso não lograriam seguir adiante, sem esses engenhos, usando o poder de volitação que lhes é próprio?
O chefe sorriu e ponderou:
- Tudo na vida se rege por leis. Um pássaro terrestre possui asas e foge do campo incendiado, por não suportar-lhe a cortina de fumo. Um bombeiro, a fim de penetrar numa casa invadida de fogo, veste roupa defensiva. " (E a Vida Continua... Cap.13 - FEB 1968)

"Quando o veículo pousou rente à Via Anchieta (1), no ponto em que a estrada se bifurca, descerrando caminho para Sçao Bernardo, o pequeno grupo dispersou-se." (1) Rodovia entre as cidades de Santos e São Paulo. (E a Vida Continua... Cap.18 - FEB 1968)

" Em poucos momentos, no entanto, a perplexidade e a aflição de ambos se viram atenuadas com a vinda do carro voador, que se transportada da Via Anchieta à Praia do Mar Casado (Praia do Guarujá), onde se achavam, a fim de conduzi-los a São Paulo.
Ribas escutara as súplicas do pupilo torturado e expedira ordens de caráter urgente (...)" (E a Vida Continua... Cap.20 - FEB 1968)

" Acorreram enfermeiros desencarnados, desentranhando Elisa do corpo inerte, a lembrarem uma equipe de técnicos que operassem, rapidamente, para retirá-la de um vestido imprestável, e o Irmão Plotino, seguido pelos colaboradores, entrou em ação, acomodando Desidério, semi-inconsciente, na ambulância que o transportaria para o novo domicílio espiritual." (E a Vida Continua... Cap.24 - FEB 1968)

 

 

 

Volitação

" ... A volitação depende, fundamentalmente, da força mental armazenada pela inteligência; importa, contudo, considerar que os vôos altíssimos da alma só se fazem possíveis quando à intelectualidade elevada se alia o amor sublime. Há espíritos perversos com vigorosa capacidade volitiva, apesar de circunscritos a baixas incursões. São donos de imenso poder de raciocínio e manejam certas forças da Natureza, mas sem característicos de sublimação no sentimento, o que lhes impede grandes ascensões. No que se refere, entretanto, às entidades admitidas à nossa colônia espiritual, ainda em grande número incapacitadas de usar tal vantagem, o fenômeno é natural. É mais fácil recolher criaturas de maiores cabedais de amor com reduzida inteligência, e convivermos com elas, no processo evolucionário comum, do que abrigarmos pessoas sumamente intelectuais sem amor aos semelhantes; com estas últimas, a vida em comum, no sentido construtivo, é quase impraticável. Neste capítulo de volitação, portanto, impende observar os ascendentes naturais, levando em conta, com a própria Natureza, que os corvos voam baixo, procurando detritos, enquanto as andorinhas se libram alto, buscando a primavera."(No Mundo Maior Cap.17 - FEB 1947)

 

 

Câmara cristalina

"... nome pelo qual designou o grande espelho à nossa frente, durante a manifestação do venerável mensageiro, cuja visita aguardava.
Explicou que as forças associadas dos médiuns presentes se caracterizariam por extremo poder plástico e que uma simples idéia nossa, incompatível com a dignidade do recinto, poderia materializar-se, criando imagens impróprias, não obstante temporárias, na face do aparelho sob nossa vista.(...)
(...) Não tive tempo para estender qualquer consideração, porquanto, respondendo ao apelo ardente que ouvíramos, extensa massa de vaporosa neblina cobriu a face do espelho próximo. Fixei-a, admirado, e pareceu-me identificar largo floco de névoa primaveral a distender-se, alva e móvel.(...)
(...) A claridade a irradiar-se do venerável visitante e a dignidade com que se nos revelava impunham-nos fervoroso respeito; entretanto, como querendo desfazer a impressão de nossa inferioridade, o Ministro, surpreendentemente materializado, mantendo o campo vibratório em que nos encontrávamos, avançou para nós, estendeu-nos as mãos num gesto paternal e colocou-nos à vontade...." (Ação e Reação Cap.6 - FEB 1957)

 

 

  Voltar para assuntos diversos